Das quais eu destaco 20, cada uma com sua contribuição, em sua área, mas que serão sempre lembradas e destacadas:
Zilda Arns – a pediatra brasileira diminui os índices de mortalidade infantil no país ao disseminar entre as mães a fórmula do soro caseiro.
Lady Di – a princesa mais carismática da história lutou por
causas humanitárias, como o combate a aids, e dividiu com o mundo seu
sofrimento pela traição do marido, o príncipe Charles.
Shere Hite – a sexóloga fes nos anos 1970 um amplo estudo
sobre a sexualidade feminina e provou que as mulheres têm mais prazer com
estímulos clitoridianos do que com penetração.
Elis Regina – era da gaúcha o maior cachê musical no pais nos anos 1960. Seu disco Dois na Bossa, com Jair Rodrigues, foi o primeiro álbum brasileiro a vender 1 milhão de cópias. Foi também pioneira ao registrar sua voz como instrumento na Ordem dos Músicos do Brasil.
Raquel de Queiroz – a cearense foi a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, em 1977, e a ganhar o Prêmio Camões, em 1993, o principal da literatura em língua portuguesa.
Marta – a brasileira foi eleita a melhor jogadora de futebol do mundo, cinco vezes – recorde entre homens e mulheres.
Rachel Carson – uma das precursoras do movimento verde, em 1962 publicou Primavera silenciosa, sobre riscos da intervenção humana na natureza. O livro levou à proibião de alguns pesticidas nos Estados Unidos.
Angela Merkel – eleita duas vezes a mulher mais poderosa do mundo pela revista americana Forbes, a chanceler alemã comanda a maior economia da União Europeia.
Fabiola Gianotti – italiana que comanda a equipe que encontrou a “partícula de Deus”, o Bóson de Higgs, e comprovou a teoria atômica, formulada há 100 anos.
Audrey Hepburn – tida como o rosto mais belo do cinema, a atriz consagrou a elegância simples: calça de corte masculino, gola rulê e o pretinho básico.
Hillary Clinton – ex-primeira-dama dos USA, hoje é Secretária de Estado e responsável pela política externa do país. Colocou a defesa dos direitos da mulher como tema da sua agenda internacional.
Oprah Winfrey – ícone da TV americana, é a apresentadora mais assistida da história, desde 1986, o Oprah Show já foi exibido em 145 países.
Barbara Mcclintock – recebeu Nobel em 1983 pela descoberta da movimentação dos genes, possibilitando um novo caminho de pesquisas do DNA.
Valentina Tereshkova – a russa foi a primeira mulher a ir para o espaço, em 1963.
Clarice Lispector – tem seus textos destacados e estudados nas universidades estrangeiras desde os anos 70.
Golda Meir – fundadora do Estado de Israel, pioneira no cargo de primeiro-ministro de um país de grande influência geopolítica.
Maria da Penha – deu origem à Lei que protege as mulheres vítimas de violência doméstica, em vigor no Brasil desde 2006.
Heloneida Stuardart – cearense que representou os direitos da mulher na Constituinte de 1988.
Margaret Thatcher – primeira mulher a comandar uma potência econômica política, foi primeira-ministra da Grã-Bretanha entre 1979 e 1990. “Vencer” a Guerra das Malvinas em 1983 e é tida como um dos maiores ícones do pensamento neoliberal.
Madre Tereza de Calcutá – missionária macedônica, viveu para ajudar os miseráveis e foi Nobel da Paz em 1979.
A lista ainda trazia:
Nadia Comaneci Beatriz Milhazes
Pina Bausch Twiggy
Dilma Rousseff Brigitte Bardot
Dorothy Hodgkin Mary Quant
Helen Brown Carmen da Silva
Dorothy Hodgkin Mary Quant
Helen Brown Carmen da Silva
Jane Fonda Martina Navratilova
Gertrude Belle Elion Regina Duarte
Lina Bo
Bardi Gisele
Bündchen
Maris Monte Susan Sontag
Betty
Friedan Roberta Close
Leila Diniz Zaha Hadid
Madonna Rita Lee
Hortência Denise Stoklos
Marta Suplicy Janete Clair
Hannah Arendt Jacqueline K. Onassis
Tizuka Yamasaki
Hortência Denise Stoklos
Marta Suplicy Janete Clair
Hannah Arendt Jacqueline K. Onassis
Tizuka Yamasaki
*Fonte: Revista Cláudia Outubro 2012





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